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MiCA e as Finanças Tradicionais: O Futuro Começa Hoje

Bit2Me e Cecabank analisam a adoção institucional dos ativos digitais sob a MiCA: custódia, RTO e partnerships

Data: 08/10/2025
12:40h. - 13:20h.
Local: Business Stage

40min · Gravação completa de 08/10/2025 em Business Stage. Também disponível no YouTube.

MiCA e as finanças tradicionais: a adoção institucional dos ativos digitais já é presente

O sistema bancário tradicional está pronto para custodiar e operar criptoativos? Neste painel da MERGE Madrid, instituições financeiras e players cripto debatem como a MiCA transformou a adoção institucional dos ativos digitais em uma realidade presente, com a custódia, a recepção e transmissão de ordens (RTO) e as parcerias de confiança como peças-chave. Participam, entre outros, Bit2Me e Cecabank, junto com a visão regulatória e fiscal da Europa e da América Latina.

O que você aprenderá

  • Licenciamento MiCA: o que significa estar entre os primeiros a obter a licença e por que antecipar-se ao regulador faz a diferença
  • Custódia institucional: como um banco custodiante leva sua qualidade e segurança tradicionais para o mundo dos ativos digitais
  • O papel dos parceiros: por que as instituições tradicionais escolhem parceiros cripto licenciados (API, custódia, execução) em vez de construir tudo internamente
  • Fiscalidade e reporte: o que muda com o CARF e a DAC 8 e por que ampliam as entidades obrigadas a reportar além da MiCA
  • Rumo à MiCA 2: as lacunas que ainda faltam regular —DeFi, staking, stablecoins— e como a Europa se compara aos EUA

Resumo da sessão

Do tradicional ao digital. Para um banco custodiante, entrar nos ativos digitais é uma evolução —não uma revolução— iniciada anos atrás, de mãos dadas com o regulador (Banco da Espanha e CNMV) e com a mesma qualidade e segurança do mundo tradicional. Entender a norma (a experiência com a MiFID I e II ajuda) e antecipar-se são os grandes drivers.

Um marco regulatório. O painel destaca o caso da Cecabank como instituição financeira espanhola que obteve tanto o registro do Banco da Espanha quanto a licença MiCA, ficando pronta para prestar serviço de custódia de ativos digitais com os mais altos padrões.

Os bancos escolhem parceiros de confiança. As instituições tradicionais buscam parceiros, não fornecedores: alguém com tecnologia, licença MiCA e trajetória. A Bit2Me, no setor desde 2015 e com sua API cripto, pivotou do volume para o compliance para acompanhar os bancos; mais de 100 milhões de euros passaram por sua API em um único mês. Um banco de varejo espanhol, por sua vez, prepara seu serviço de RTO e custódia de criptoativos para 2026, priorizando sua reputação.

Fiscalidade, reporte e futuro. Ferramentas de reporte fiscal e de monitoramento regulatório ajudam as empresas a cumprir marcos como o CARF e a DAC 8, que a partir de janeiro ampliam as obrigações de reporte. Rumo à MiCA 2, os reguladores europeus terão que abordar DeFi, staking e stablecoins para não perder competitividade frente aos EUA.

Assista à sessão completa

Assista à gravação completa deste painel no canal do YouTube da MERGE, com o debate sobre a MiCA, a custódia institucional de ativos digitais e o futuro do sistema bancário tradicional no cripto.

Perguntas frequentes

O que é a MiCA e por que importa para os bancos?
A MiCA é o marco europeu que regula os criptoativos; muito inspirada na MiFID, permite que bancos e instituições prestem serviços como a custódia de ativos digitais com segurança jurídica.

Que serviços de ativos digitais os bancos já oferecem?
Principalmente custódia e recepção e transmissão de ordens (RTO), além de execução por meio de parceiros cripto licenciados, replicando a qualidade e a segurança do sistema bancário tradicional.

O que são o CARF e a DAC 8?
São marcos de troca de informações fiscais sobre criptoativos; a DAC 8 obriga mais entidades a reportar a partir de janeiro, ampliando o perímetro em relação à MiCA.

O que se espera da MiCA 2?
Que regule o que a MiCA 1 deixou de fora —DeFi, staking e aspectos das stablecoins— incorporando mais princípios da tecnologia descentralizada e mantendo a Europa competitiva.

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