Stablecoins Além dos Pagamentos: Casos de Uso Institucionais em Finanças e Mercados
Fecha: 18/03/2026
16:30h. - 17:00h.
Lugar:
MERGE Stage
Pare de tentar vender "contratos inteligentes" e "carteiras de autocustódia" para o mercado financeiro tradicional. Durante MERGE São Paulo, executivos de plataformas de ativos digitais de primeira linha e redes de escalabilidade blockchain deram um choque de realidade: os bancos legados não querem aprender o jargão da Web3; eles querem uma "Conta Global em Dólares" com liquidação instantânea. A adoção institucional das criptomoedas não é mais sobre substituir os bancos — é sobre transformá-los nos canais de distribuição definitivos. Com gigantes como Mastercard e Stripe gastando bilhões para adquirir toda a pilha vertical cripto, a corrida agora é para abstrair completamente a tecnologia subjacente e fazer das stablecoins o encanamento invisível e sem atritos das finanças globais.
Os principais temas de SEO do painel enfatizaram a rápida institucionalização dos ativos digitais, impulsionada por regulações claras para VASPs no Brasil e estruturas como a MiCA na Europa. No entanto, os especialistas destacaram um forte contraste geográfico: enquanto a Europa lidera na teoria regulatória, a América Latina está dominando a utilidade no mundo real, usando stablecoins diariamente para pagamentos cross-border B2B, arbitragem de câmbio (FX) e empréstimos DeFi. Os maiores obstáculos restantes para a adoção corporativa da blockchain são a profundidade da liquidez e a fragmentação das stablecoins não atreladas ao dólar. Para resolver isso, o setor está testemunhando uma consolidação massiva do TradFi, onde os players financeiros tradicionais estão adquirindo agressivamente infraestrutura Web3 para oferecer trilhos de liquidação prontos para uso aos seus clientes corporativos, eliminando a curva de aprendizado.
Os principais temas de SEO do painel enfatizaram a rápida institucionalização dos ativos digitais, impulsionada por regulações claras para VASPs no Brasil e estruturas como a MiCA na Europa. No entanto, os especialistas destacaram um forte contraste geográfico: enquanto a Europa lidera na teoria regulatória, a América Latina está dominando a utilidade no mundo real, usando stablecoins diariamente para pagamentos cross-border B2B, arbitragem de câmbio (FX) e empréstimos DeFi. Os maiores obstáculos restantes para a adoção corporativa da blockchain são a profundidade da liquidez e a fragmentação das stablecoins não atreladas ao dólar. Para resolver isso, o setor está testemunhando uma consolidação massiva do TradFi, onde os players financeiros tradicionais estão adquirindo agressivamente infraestrutura Web3 para oferecer trilhos de liquidação prontos para uso aos seus clientes corporativos, eliminando a curva de aprendizado.
Palestrantes
Moderador
Guilherme Câmara, Journalist
em Brasil Economy