Autocustódia na Era das Stablecoins: uma Wallet-Cartão
A United Network explica por que a autocustódia é essencial na era das stablecoins e apresenta sua hardware wallet em formato de cartão: a chave privada fica no chip e você assina com um toque do celular
20min · Gravação completa de 09/10/2025 em Business Stage. Também disponível no YouTube.
O futuro da autocustódia na era das stablecoins
Visão geral
Como guardar seus criptoativos de forma segura sem que seja “ciência espacial”? Nesta palestra da MERGE Madrid, a United Network revisa a ascensão das stablecoins e dos pagamentos digitais, os riscos das diferentes formas de custódia e apresenta sua proposta: uma hardware wallet no formato de um cartão bancário que busca equilibrar segurança, autocustódia e facilidade de uso.
O que você aprenderá
- Do contactless aos crypto cards: como a adoção dos pagamentos digitais chegou às stablecoins
- A revolução silenciosa das stablecoins: de USDT e USDC a um mercado de mais de 200 bilhões
- CBDCs: por que muitos pilotos de moedas digitais de bancos centrais não vingaram
- O problema dos hackeios: as perdas crescentes segundo os relatórios do setor
- Formas de custódia: exchanges, hot wallets e cold wallets, com seus prós e contras
- O “trilema da wallet”: segurança, autocustódia e acessibilidade em um mesmo dispositivo
Resumo da sessão
A adoção dos pagamentos digitais: parte-se da experiência do pagamento contactless para ilustrar como uma novidade vira rotina, conectando-a aos crypto cards que permitem pagar com stablecoins, embora a custódia costume ficar nas mãos do emissor.
A revolução das stablecoins: revisa-se sua história (USDT como pioneiro, depois Circle/USDC trabalhando com reguladores), até uma capitalização que, segundo a palestra, supera os 200 bilhões de dólares e representa uma parte crescente das remessas globais.
CBDCs: comenta-se que mais de 150 países exploraram moedas digitais de banco central, com poucos casos de sucesso; citam-se exemplos como a China e o caso da Nigéria, onde a maioria das carteiras ficou inativa.
O problema dos hackeios: mencionam-se as crescentes perdas por hackeios segundo relatórios do setor (com bilhões de dólares por ano), como argumento a favor de melhores práticas de custódia; esses números são os citados na palestra.
Formas de custódia: comparam-se as exchanges (cômodas, mas com risco, lembrando casos como o da FTX), as hot wallets de software (melhores, mas vulneráveis a malware) e as cold wallets ou hardware wallets (mais seguras, mas muitas vezes complexas demais para o usuário médio).
A proposta e o “trilema”: apresenta-se uma hardware wallet em formato de cartão na qual a chave privada é gerada e permanece no chip e nunca o abandona; assina-se aproximando o cartão do celular, com PIN e apagamento automático após várias tentativas falhas e recuperação por frase semente, buscando um equilíbrio entre segurança, autocustódia e acessibilidade.
Assista à palestra completa
Assista à gravação completa no canal do YouTube da MERGE, com a United Network sobre autocustódia e stablecoins.
Perguntas frequentes
Por que a autocustódia importa com as stablecoins?
Porque, segundo a palestra, em muitas soluções (como os crypto cards ou as exchanges) a custódia fica nas mãos de terceiros, e não do usuário.
Qual é a diferença entre hot wallet e cold wallet?
Em uma hot wallet a chave privada é guardada no celular ou computador; em uma cold wallet (hardware) é guardada em um dispositivo externo, mais seguro, mas muitas vezes mais complexo.
O que é o “trilema da wallet”?
É o desafio de combinar segurança, autocustódia e acessibilidade; a palestra propõe uma wallet-cartão como ponto de equilíbrio.
Isto é assessoria de investimento?
Não. Este conteúdo é informativo e resume o exposto na palestra; não constitui assessoria de investimento nem recomendação de produto. Consulte um profissional para o seu caso concreto.