Chiliz e os Fan Tokens: o Futuro da Tokenização Esportiva
A Chiliz (Socios.com) revisa a história dos fan tokens e seu futuro: por que escolheu Madrid, sua expansão global, a estratégia nos EUA, os “fan tokens 2.0” com equity e a regulação na Europa
30min · Gravação completa de 08/10/2025 em Binance Main Stage. Também disponível no YouTube.
Chiliz e os fan tokens: o futuro da tokenização esportiva
Visão geral
Para onde caminha a tokenização do esporte? Nesta conversa da MERGE Madrid, a Chiliz —a empresa por trás da Socios.com e da blockchain de esportes Chiliz Chain— revisa a origem dos fan tokens, por que escolheu Madrid, sua expansão global, a estratégia nos Estados Unidos, os “fan tokens 2.0” que buscam combinar utilidade e equity, e os desafios da regulação na Europa.
O que você aprenderá
- O que são os fan tokens: tokens fungíveis de engajamento, não NFTs
- Por que Madrid: regulação, talento e proximidade com os clubes
- Expansão global: Europa, Brasil, Turquia, Ásia e Estados Unidos
- Estados Unidos: a queda da FTX e a nova janela regulatória
- Fan tokens 2.0: tokenizar participações minoritárias de clubes
- Europa vs EUA: “inovar frente a regular” e o desafio do consumidor
Resumo da sessão
A origem: a Chiliz apresenta-se como a empresa que criou o conceito de fan token (tokens fungíveis, não NFTs), uma espécie de programa de fidelidade on-chain com o qual os torcedores votam decisões do clube e ganham ingressos e experiências VIP; trabalhou com mais de 80 times (FC Barcelona, Atlético de Madrid, Juventus, AC Milan e outros, segundo a palestra).
Por que Madrid: a Chiliz explica a escolha da Espanha por seu regulador, seu talento e a proximidade com os clubes, com um de seus maiores escritórios em Madrid.
Expansão e os EUA: relata-se a presença no Brasil, na Turquia, no Japão e na Coreia, e a aposta (e o custoso aprendizado) nos Estados Unidos após a queda da FTX em 2022; com o novo marco regulatório dos EUA, a empresa prepara o lançamento de fan tokens de times da NBA, NFL ou MLS.
Fan tokens 2.0: descreve-se a ambição de adquirir participações minoritárias de grandes clubes para tokenizá-las e, potencialmente, combiná-las com os fan tokens atuais, unindo utilidade e equity on-chain (algo que, esclarece-se, ainda não é possível legalmente hoje).
Regulação: valoriza-se o MiCA como pioneiro, mas insuficiente frente à velocidade dos EUA, critica-se a competição entre países europeus e pede-se uma regulação mais adaptada a plataformas de utilidade voltadas ao consumidor, com barreiras de entrada (KYC) proporcionais a valores pequenos.
Assista à palestra completa
Assista à gravação completa no canal do YouTube da MERGE, com a Chiliz (Socios.com) sobre fan tokens e tokenização esportiva.
Perguntas frequentes
O que é um fan token?
Segundo a palestra, um token fungível de engajamento com o qual o torcedor vota decisões do clube e acessa recompensas; não é um NFT nem concede propriedade do time.
O que são os “fan tokens 2.0”?
Segundo a palestra, a ideia de combinar a utilidade dos fan tokens com uma participação (equity) tokenizada de clubes, algo ainda não possível legalmente.
Por que a Chiliz escolheu Madrid?
Segundo a palestra, por um regulador especialista, o talento disponível e a proximidade com os clubes espanhóis.
Isto é assessoria de investimento?
Não. Este conteúdo é informativo e resume o exposto na palestra; não constitui assessoria de investimento nem jurídica. Consulte um profissional para o seu caso concreto.
Sabrina Bonini
Founder & Content Lead em Curiosa Lab