Os Institucionais Entram em Cripto? ETFs, Staking e Stablecoins
Orionx, Alphabet, Dragon Stake e Swissquote debatem como os investidores institucionais entram em cripto: ETFs, produtos com ISIN, staking, stablecoins, regulação (MiCA e Genius Act) e o futuro do mercado
30min · Gravação completa de 08/10/2025 em Business Stage. Também disponível no YouTube.
Os institucionais entram em cripto? ETFs, staking e stablecoins
Visão geral
Os investidores institucionais estão entrando no mundo cripto, e como? Neste painel da MERGE Madrid, Orionx, Alphabet, Dragon Stake e Swissquote analisam a entrada institucional via ETFs e produtos com ISIN, o papel do staking e das stablecoins, o impacto da regulação (MiCA e Genius Act) e como será o mercado em alguns anos.
O que você aprenderá
- Quem é “institucional”?: bancos, fundos, corporações e uma nova geração
- As motivações: diferenciação estratégica, rentabilidade e descorrelação
- O papel dos ETFs: o “invólucro” que fala a linguagem da banca
- Autocustódia vs custódia delegada: duas gerações de investidores
- Staking e índices: buscar rendimento e diversificação além do preço
- Regulação e futuro: stablecoins, infraestrutura 24/7 e os próximos anos
Resumo da sessão
Sim, de formas diversas: o painel concorda que os institucionais (bancos, fintechs, fundos, corporações) entram cada vez mais, sobretudo desde o ano passado, com uma “nova geração” de institucionais (fundos, hedge funds, brokers regulados) liderando o movimento.
Por que agora: a Alphabet e a Dragon Stake explicam que o interesse existia, mas faltavam os “trilhos” regulatórios; agora o MiCA e os ETFs permitem entrar com produtos que a banca entende (ISIN), por diferenciação estratégica, rentabilidade e descorrelação.
Produtos e custódia: a Swissquote descreve a evolução do spot e dos AMCs até os ETFs, a demanda crescente por índices e o dilema entre autocustódia (a geração do self-custody) e custódia delegada (preferida pelo institucional, que vê a custódia como um risco a terceirizar).
América Latina: a Orionx destaca que na região o principal motor foram as stablecoins, as remessas e os pagamentos transfronteiriços, mais do que os ETFs, e o papel da exchange como ponte (infraestrutura como serviço) entre o varejo e o institucional.
Staking, rendimento e futuro: aponta-se o crescente apetite pelo staking e pelo “real yield” (com desafios de liquidez em ativos como o Ethereum), e prevê-se um mercado muito mais institucional, com a infraestrutura de mercado evoluindo para um modelo cripto 24/7 e global e as stablecoins ganhando peso na liquidação (citando o depósito tokenizado do JP Morgan, segundo a palestra).
Assista à palestra completa
Assista à gravação completa no canal do YouTube da MERGE, com Orionx, Alphabet, Dragon Stake e Swissquote sobre a entrada institucional em cripto.
Perguntas frequentes
Os institucionais estão entrando em cripto?
Segundo o painel, sim e de formas diversas (ETFs, produtos com ISIN, spot, stablecoins), com crescimento acelerando a cada ano.
Por que os ETFs foram tão importantes?
Segundo a palestra, porque são um “invólucro” regulado com ISIN que permite a bancos e veículos tradicionais acessar o ativo facilmente.
Por que o staking interessa aos institucionais?
Segundo a palestra, porque oferece rendimento (“real yield”) sobre ativos que de outro modo ficariam parados, embora com desafios de liquidez e regulação.
Isto é assessoria de investimento?
Não. Este conteúdo é informativo e resume o exposto no painel; não constitui assessoria de investimento. Investir em criptoativos envolve riscos; consulte um profissional.
Miguel Arias
CEO & Co-Founder em Rankia