Institutional Yield as a Service: Conectando TradFi, DeFi e Produtos Earn Integrados
Fecha: 18/03/2026
17:00h. - 17:30h.
Lugar:
MERGE Stage
Por que os principais fundos de hedge macroeconômicos do mundo estão investindo pesadamente em criptomoedas, mas evitando quase totalmente as finanças descentralizadas (DeFi)? Durante o MERGE São Paulo, executivos de provedores de liquidez institucional e plataformas de tokenização revelaram uma dura realidade: o DeFi puro e sem custódia é uma ilusão para o capital institucional. Os Diretores Financeiros (CFOs) se recusam a explicar falhas em contratos inteligentes para seus auditores. Em vez disso, o mercado está mudando agressivamente para "CeFi" (Finanças Centralizadas), uma camada intermediária que empacota os altos rendimentos do DeFi com o compliance rigoroso, a gestão de risco e as garantias de contraparte das finanças tradicionais (TradFi). Para as instituições, o DeFi não é uma revolução; é simplesmente outro instrumento de hedge para otimizar os retornos de tesouraria.
O painel dissecou as diferenças críticas entre a adoção institucional e de varejo de criptomoedas, destacando a crescente demanda por Rendimento como Serviço (Yield-as-a-Service) e tokenização de Crédito Privado. Enquanto as instituições exigem transparência, correlações de curso legal e execução fora da cadeia (off-chain) para Ativos do Mundo Real (RWA), usuários de varejo em mercados emergentes buscam desesperadamente carteiras de autocustódia para escapar da inflação e das restrições bancárias locais. Os especialistas preveem uma divisão de 80/20 para o capital institucional: 80% dependendo de serviços de rendimento centralizados e gerenciados, e apenas 20% interagindo diretamente com protocolos DeFi. Em última análise, a adoção em massa ocorrerá quando estratégias complexas de blockchain forem completamente abstraídas em aplicativos amigáveis de Neo-banks, permitindo que investidores de varejo ganhem rendimentos DeFi sem sequer saberem que estão usando criptomoedas.
O painel dissecou as diferenças críticas entre a adoção institucional e de varejo de criptomoedas, destacando a crescente demanda por Rendimento como Serviço (Yield-as-a-Service) e tokenização de Crédito Privado. Enquanto as instituições exigem transparência, correlações de curso legal e execução fora da cadeia (off-chain) para Ativos do Mundo Real (RWA), usuários de varejo em mercados emergentes buscam desesperadamente carteiras de autocustódia para escapar da inflação e das restrições bancárias locais. Os especialistas preveem uma divisão de 80/20 para o capital institucional: 80% dependendo de serviços de rendimento centralizados e gerenciados, e apenas 20% interagindo diretamente com protocolos DeFi. Em última análise, a adoção em massa ocorrerá quando estratégias complexas de blockchain forem completamente abstraídas em aplicativos amigáveis de Neo-banks, permitindo que investidores de varejo ganhem rendimentos DeFi sem sequer saberem que estão usando criptomoedas.
Palestrantes
Moderador
Mateus Nunes, Journalist
em Livecoins