O Futuro da Gestão de Ativos Digitais
Hashdex, Coinchange e 21Shares debatem o futuro da gestão de ativos digitais: adoção institucional, ETFs, gestão de risco e volatilidade, stablecoins, regulação e os hubs cripto do futuro
30min · Gravação completa de 09/10/2025 em Business Stage. Também disponível no YouTube.
O futuro da gestão de ativos digitais
Visão geral
Para onde vai a gestão de ativos na era dos ativos digitais? Nesta mesa-redonda da MERGE Madrid, Hashdex, Coinchange e 21Shares debatem a adoção institucional, o papel dos ETFs e da gestão ativa, como lidar com a volatilidade e o risco, a ascensão das stablecoins, a regulação e onde estará o centro do mundo cripto nos próximos anos.
O que você aprenderá
- Adoção institucional: como evolui a demanda e por que o Brasil está à frente
- ETFs e índices: por que o investimento indexado facilita a entrada de bancos e assessores
- Risco e volatilidade: por que geri-la exige ser um investidor profissional
- Onde resta oportunidade: além de Bitcoin e Ethereum, em DeFi, IA e novos lançamentos
- Stablecoins: por que são vistas como o “produto estrela” e seu uso real por região
- Regulação e hubs: o dilema europeu (MiCA vs Genius Act) e os centros cripto do futuro
Resumo da sessão
Adoção institucional: o painel discute como, após os ETFs nos EUA, grandes investidores começam a entrar; aponta-se que a maior parte do capital foi retail e que o Brasil é, segundo o painel, um dos países mais avançados, com grandes bancos oferecendo cripto.
Volatilidade e risco: discute-se que a volatilidade está “em todos os lugares” e que geri-la —junto com o risco regulatório e legal— exige ser um investidor profissional; também se fala do papel do retail e dos memecoins como sinal de liquidez.
Onde resta oportunidade: argumenta-se que já não há vantagem de informação, mas há oportunidade se você souber onde olhar, em DeFi, IA, novas plataformas de lançamento e lançamentos impulsionados pela comunidade.
Risco de carreira: sugere-se que o “risco de carreira” por ter cripto está se invertendo: agora pode ser mais arriscado ficar de fora, embora a adoção institucional siga muito concentrada em Bitcoin e, em menor medida, Ethereum.
Stablecoins: são descritas como um dos casos de uso mais reais e compreensíveis para as instituições, com muito volume ligado ao trading e usos muito diferentes conforme a região (Brasil, Argentina, México, Oriente Médio).
Regulação e hubs: critica-se a ideia de “inovar por meio da regulação” na Europa e o risco de ficar para trás frente aos EUA; em uma rodada rápida debatem-se os futuros hubs cripto (Nova York, Dubai, Miami) e compartilham-se previsões de preço que são meras opiniões pessoais e não previsões confiáveis.
Assista à palestra completa
Assista à gravação completa no canal do YouTube da MERGE, com Hashdex, Coinchange e 21Shares sobre o futuro da gestão de ativos digitais.
Perguntas frequentes
Qual país se destaca na adoção institucional, segundo o painel?
O Brasil, onde grandes bancos já oferecem produtos cripto a seus clientes, à frente de boa parte da Europa e dos EUA.
Por que as instituições gostam de ETFs e índices?
Porque permitem exposição ao mercado sem ter que analisar cada ativo, algo com que bancos e assessores se sentem confortáveis.
Por que as stablecoins são vistas como o “produto estrela”?
Porque são um caso de uso real e fácil de entender, com alto volume (sobretudo de trading) e usos muito diferentes conforme a região.
Isto é assessoria de investimento?
Não. Este conteúdo é informativo e resume opiniões expostas na mesa-redonda; as previsões de preço são opiniões pessoais e não constituem assessoria de investimento. Consulte um profissional para o seu caso concreto.
Jordi Martínez
Editor in Chief em FXStreet