O Futuro da Custódia Cripto: do Centralizado ao Descentralizado
BitGo, Sygnum Bank, Crypto Finance e Ashgraph (Hedera) debatem o futuro da custódia de ativos digitais: maturidade institucional, regulação (MiCA, FINMA, BaFin), autocustódia vs custódia profissional e tokenização
40min · Gravação completa de 08/10/2025 em Main Stage. Também disponível no YouTube.
O futuro da custódia cripto: do centralizado ao descentralizado
Visão geral
Para onde caminha a custódia de ativos digitais? Neste painel da MERGE Madrid, BitGo, Sygnum Bank, Crypto Finance e Ashgraph (a equipe por trás da Hedera) debatem como passamos de um modelo tradicional para um descentralizado: a maturidade institucional do cripto, o papel da regulação, o equilíbrio entre autocustódia e custódia profissional e a ascensão da tokenização.
O que você aprenderá
- Maturidade institucional: que sinais mostram que o cripto está pronto
- Regulação: como MiCA, FINMA e BaFin trazem segurança ao setor
- Autocustódia vs custódia profissional: por que é uma questão de escolha
- Herança e segurança: multisig, chaves e o problema da sucessão
- Centralização e DeFi: tomar o melhor dos dois mundos
- Tokenização: RWAs, inclusão financeira e acesso a novos ativos
Resumo da sessão
Maturidade institucional: o Sygnum Bank explica que produtos como um fundo de rendimento em Bitcoin só são possíveis quando coincidem clareza regulatória, a infraestrutura de mercado adequada e demanda real dos clientes.
Regulação: a Crypto Finance e a BitGo concordam que a regulação (MiCA, FINMA, BaFin) traz segurança jurídica e, embora exija muito trabalho de compliance, facilita a entrada dos grandes bancos no setor; ressalta-se que a adoção sem regulação não acontecerá.
Valor da tecnologia: a Ashgraph (Hedera) e a BitGo destacam a “confiança sem intermediários” dos contratos inteligentes e a necessidade de uma camada de confiança de negócio (bancos e reguladores) sobre a camada de confiança tecnológica.
Custódia e escolha: o painel concorda que a custódia é uma questão de escolha: o usuário ou a instituição podem autocustodiar ou delegar a um custodiante qualificado; abordam-se a multisig, a combinação de custódia técnica e física, os riscos (como o hack de uma grande exchange citado na palestra) e o problema da herança das chaves.
Tokenização e inclusão: apresentam-se casos de tokenização de ativos do mundo real (de uma obra de arte a fundos antes reservados a grandes tickets) que democratizam o acesso e favorecem a inclusão financeira, com a interoperabilidade entre cadeias como desafio pendente.
Assista à palestra completa
Assista à gravação completa no canal do YouTube da MERGE, com BitGo, Sygnum Bank, Crypto Finance e Ashgraph (Hedera) sobre o futuro da custódia.
Perguntas frequentes
O que é a custódia de ativos digitais?
Segundo a palestra, o serviço de guardar e proteger as chaves dos criptoativos, seja pelo próprio usuário (autocustódia) ou por um custodiante profissional regulado.
Autocustódia ou custódia profissional?
Segundo o painel, é uma questão de escolha e de apetite de risco; as instituições geralmente precisam de custodiantes qualificados por motivos regulatórios.
O que a regulação traz para a custódia?
Segundo a palestra, segurança jurídica e regras comuns que impulsionam a adoção institucional e a inovação.
Isto é assessoria de investimento?
Não. Este conteúdo é informativo e resume o exposto no painel; não constitui assessoria de investimento nem jurídica. Consulte um profissional para o seu caso concreto.
Lisa Filardi
PR Lead em Cointelegraph