Soluções com stablecoins para bancos
Fecha: 18/03/2026
12:10h. - 12:30h.
Lugar:
MERGE Stage
Você sabia que os grandes bancos internacionais estão substituindo silenciosamente suas lentas liquidações de tesouraria por trilhos instantâneos de stablecoins? Durante MERGE São Paulo, especialistas do primeiro banco cripto com licença federal nos EUA trouxeram uma revelação brutal: as instituições tradicionais não estão mais apenas testando ativos digitais; elas estão reescrevendo totalmente sua infraestrutura B2B. Com mais de 100 milhões de usuários globais provando a adoção do dólar tokenizado, os bancos agora usam stablecoins como uma ferramenta de tesouraria "just-in-time" para liquidar instantaneamente fluxos corporativos cross-border e remessas, ignorando completamente o arcaico sistema de bancos correspondentes.
O cerne da discussão analisou o impacto sísmico dos recentes marcos regulatórios dos EUA (como o Genius Act) e como eles destravaram a emissão de stablecoins em nível institucional. Os temas de SEO mais fortes incluíram gestão de tesouraria B2B, liquidação cross-border com provedores de serviços de pagamento (PSPs) e a ascensão inevitável de stablecoins não atreladas ao dólar. O painel deixou um alerta claríssimo: a integração de stablecoins, DeFi e tokenização de Ativos do Mundo Real (RWAs) não é um conceito distante — é a realidade operacional de hoje, e os bancos que se recusarem a adotar esses trilhos descentralizados nos próximos três anos ficarão obsoletos.
O cerne da discussão analisou o impacto sísmico dos recentes marcos regulatórios dos EUA (como o Genius Act) e como eles destravaram a emissão de stablecoins em nível institucional. Os temas de SEO mais fortes incluíram gestão de tesouraria B2B, liquidação cross-border com provedores de serviços de pagamento (PSPs) e a ascensão inevitável de stablecoins não atreladas ao dólar. O painel deixou um alerta claríssimo: a integração de stablecoins, DeFi e tokenização de Ativos do Mundo Real (RWAs) não é um conceito distante — é a realidade operacional de hoje, e os bancos que se recusarem a adotar esses trilhos descentralizados nos próximos três anos ficarão obsoletos.