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Stablecoins e Pagamentos: a Nova Infraestrutura Financeira Global

Parfin, Taurus, AT21 e BBVA debatem se as stablecoins serão a nova infraestrutura global de pagamentos: bancos vs fintech, MiCA e o Genius Act, interoperabilidade, o euro digital e a experiência da LatAm

Data: 09/10/2025
10:30h. - 11:10h.
Local: Main Stage

40min · Gravação completa de 09/10/2025 em Main Stage. Também disponível no YouTube.

Stablecoins e pagamentos: a nova infraestrutura financeira global?

Visão geral

Estamos no início de uma nova infraestrutura global de pagamentos baseada em stablecoins? Neste painel da MERGE Madrid, Parfin, Taurus, AT21 e BBVA debatem a ascensão das stablecoins, a “corrida inversa” entre bancos e fintech, o papel do MiCA e do Genius Act, a interoperabilidade entre diferentes formas de dinheiro digital, o euro digital e a experiência da América Latina.

O que você aprenderá

  • Stablecoins como ativo e como infraestrutura: por que a diferença importa
  • Bancos vs fintech: a “corrida inversa” rumo aos serviços financeiros
  • Swift e os consórcios: da mensageria à liquidação on-chain
  • Interoperabilidade: conectar stablecoins, CBDCs e depósitos tokenizados
  • O euro digital: por que gera dúvidas para o varejo e como coexistiria com as stablecoins
  • A experiência da LatAm: Brasil, Pix e as stablecoins no comércio internacional

Resumo da sessão

A ascensão das stablecoins: comentam-se estudos que preveem uma forte explosão das stablecoins em pagamentos transfronteiriços até 2030 (impulsionada pelo Genius Act), o desenvolvimento de uma blockchain própria pela Swift e o primeiro consórcio bancário europeu para emitir um token de dinheiro eletrônico (EMT) com participação espanhola.

Ativo vs infraestrutura: a AT21 distingue a stablecoin como ativo (já adotado, sobretudo na LatAm) da stablecoin como infraestrutura, e descreve uma “corrida inversa” em que as fintech avançam rumo a licenças bancárias enquanto os bancos, mais lentos por tamanho e regulação, se movem rumo aos ativos digitais.

Bancos e tecnologia: a BBVA compartilha a experiência do banco em ativos digitais (custódia e trading na Suíça, Turquia e Espanha, e uma stablecoin em desenvolvimento), ressaltando que o maior desafio não é só tecnológico, mas cultural e de formação interna.

Liquidação e interoperabilidade: a Parfin e a Taurus explicam como a Swift passaria de mensageria a liquidação on-chain, a complexidade de trocar diferentes moedas e formas de dinheiro (stablecoins, CBDCs, depósitos tokenizados), a irreversibilidade das transações em blockchain e a importância de uma camada de interoperabilidade e da custódia para os bancos.

A experiência da LatAm: destaca-se que no Brasil e na região as stablecoins já são usadas para pagamentos transfronteiriços e comércio internacional (com grandes volumes diários), que grandes bancos e fintech oferecem cripto e que o próximo passo é tokenizar todo tipo de ativos.

O euro digital: debate-se que um euro digital de varejo gera dúvidas (pouca demanda do cidadão, limites de posse), embora faça sentido em nível atacadista ou de soberania; o painel concorda que, exista ou não, coexistirá com as stablecoins em um ecossistema de pagamentos cada vez mais variado.

Assista à palestra completa

Assista à gravação completa no canal do YouTube da MERGE, com Parfin, Taurus, AT21 e BBVA sobre stablecoins e pagamentos.

Perguntas frequentes

As stablecoins serão a nova infraestrutura global de pagamentos?
Segundo o painel, não é garantido que sejam exatamente as stablecoins, mas a infraestrutura de pagamentos evoluirá com tecnologia blockchain.

Qual é a diferença entre stablecoin como ativo e como infraestrutura?
Como ativo já está adotada (sobretudo na LatAm); como infraestrutura começa a transformar as redes de pagamento globais.

O euro digital substituirá as stablecoins?
Segundo o painel, não; está desenhado para coexistir com elas, com dúvidas sobre sua utilidade para o usuário de varejo.

Isto é assessoria de investimento?
Não. Este conteúdo é informativo e resume o exposto no painel; não constitui assessoria de investimento nem jurídica. Consulte um profissional para o seu caso concreto.

Moderador
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