Stablecoins no Brasil e LatAm: Pagamentos, Inclusão e Regulação
Avenia (BRLA), Nuvei e Anchorage Digital debatem o papel das stablecoins no Brasil e na LatAm: pagamentos transfronteiriços, inclusão financeira, stablecoins locais, tokenização (RWA), riscos e regulação
30min · Gravação completa de 08/10/2025 em Business Stage. Também disponível no YouTube.
Stablecoins no Brasil e LatAm: pagamentos, inclusão e regulação
Visão geral
Por que as stablecoins são tão especiais e o que mudam na América Latina? Neste painel da MERGE Madrid, moderado pela associação brasileira de empresas de criptoativos, a Avenia (emissora da stablecoin BRLA), a Nuvei, a Anchorage Digital e uma empresa de pagamentos transfronteiriços analisam o papel das stablecoins em pagamentos, inclusão financeira, stablecoins locais, tokenização (RWA), riscos e regulação.
O que você aprenderá
- Por que são especiais: wallets e transfers frente à complexidade legacy
- O stack de uma stablecoin: custódia, distribuição, liquidez e conversão
- Inclusão financeira: guardar valor, enviar remessas e receber 24/7
- Stablecoins locais: por que são necessárias junto ao dólar (USDT/USDC)
- Tokenização (RWA): as stablecoins como ponte ao ativo tokenizado
- Riscos e regulação: volatilidade, interoperabilidade, MiCA e Genius Act
Resumo da sessão
Por que são especiais: a Avenia explica que, frente à multidão de tipos de conta e métodos de pagamento tradicionais, nas stablecoins “é tudo wallets e transfers”, o que padroniza o desenvolvimento e permite a qualquer empresa ser global desde o primeiro dia.
O stack completo: a Anchorage Digital (banco cripto com licença OCC) ressalta que uma stablecoin não é só um trilho de pagamento: é preciso olhar a custódia, a distribuição e liquidez e a conversão para fiat; a empresa oferece emissão de stablecoins “como serviço” (com parcerias citadas para emitir stablecoins em conformidade com o Genius Act).
Inclusão financeira: a Nuvei destaca o impacto social: milhões de pessoas com moedas voláteis (Argentina, Venezuela) compram stablecoins em dólares para guardar valor, enviar remessas e pagar, muitas vezes como seu principal “banco”.
Stablecoins locais e RWA: a Avenia explica que o dólar tem encaixe imediato, mas as moedas locais respondem a casos de negócio (por exemplo, uma empresa estrangeira que precisa de saldos em reais), e que as stablecoins são a ponte do mundo fiat aos ativos tokenizados (RWA).
Riscos e regulação: o painel aborda a volatilidade (as stablecoins locais herdam a de sua moeda), a interoperabilidade entre cadeias, a cibersegurança e, sobretudo, o desafio de a regulação acompanhar o ritmo do mercado, com o Genius Act (EUA), o MiCA e as futuras normas do Brasil, México, Colômbia ou Argentina como referências.
Assista à palestra completa
Assista à gravação completa no canal do YouTube da MERGE, com a Avenia, a Nuvei e a Anchorage Digital sobre stablecoins no Brasil e na LatAm.
Perguntas frequentes
Por que as stablecoins são importantes na LatAm?
Segundo a palestra, permitem guardar valor frente a moedas voláteis, enviar remessas e fazer pagamentos transfronteiriços mais rápidos e baratos, impulsionando a inclusão financeira.
Para que servem as stablecoins locais?
Segundo a palestra, para casos de negócio (como manter saldos em moeda local) e como camada base de serviços financeiros e tokenização on-chain.
O que olhar ao emitir ou usar uma stablecoin?
Segundo a palestra, a custódia, a distribuição e liquidez e a conversão para fiat: o “stack” completo, não apenas o trilho de pagamento.
Isto é assessoria de investimento?
Não. Este conteúdo é informativo e resume o exposto no painel; não constitui assessoria de investimento nem jurídica. Consulte um profissional para o seu caso concreto.
Regina Pedroso
Diretora Executiva em ABToken